SUPER SÉRIES 2017

SÓ PRA DAR UM GOSTINHO! 
Começou quinta, 31 de agosto, um dos projetos mais adorados do Colégio Oficina, o Superséries.

Com mais de 20 modalidades desportivas que variam das clássicas, como futsal, basquete, handebol e vôlei, às mais inusitadas, como dança, pula corda, sinuca e videogame, o Superséries movimenta todos os espaços de convivência, pátios e quadras do Oficina, além do Sesc e do Campo Olívia Soccer, com participação de todas as turmas da escola.

 TODOS OS HINOS E UM SÓ SENTIMENTO! 

Organizado pelo Departamento de Educação Física e Esporte do Colégio Oficina, o Superséries é o evento em que todos os alunos do Oficina participam efetivamente e adoram participar. Não é totalmente pelo troféu representativo à série vencedora, por pontuações nas disciplinas ou pela obrigação de uma participação direta. Tudo isso conta, mas o mais importante para os estudantes é o caráter competitivo que os variados jogos proporcionam, o aspecto socioeducativo, a invisível ação de formação dos jovens e a deliciosa interação que é vista em dois dias inteiros de atividades esportivas.

Dos hinos, aos juramentos, às enormes bandeiras, às faixas de cabeça que, ao longo dos dias, os meninos trocam entre si como símbolo de união e diversão coletiva, há um sentimento que predomina e que, talvez, o texto de defesa do 9º ano possa dar o tom quando falou de amor. “De verdade, há um sentimento de amor que une as pessoas aqui. É o ponto mais forte, mais do que a competição e dos jogos limpos e justos”, defendeu Letícia Leite, do 9º ano.

 O SEGREDO DO SUCESSO ESTÁ EM CADA DETALHE

No regulamento criado para nortear o projeto Superséries do Colégio Oficina, quando se observa os objetivos principais é notável perceber que o segredo do sucesso está nos detalhes. Tudo é pensado antes pra que o durante flua. A primeira questão é seguir à risca cada ponto do regulamento. A segunda é promover um sentido de educação e respeito em cada atitude. E a terceira é definir uma postura e um comportamento que cada estudante, árbitro, professor, mediador ou coordenador tenha como fundamento.

E afora este código disciplinar, tudo o mais é alegria. “Nós, do Oficina, tentamos, acima de tudo, valorizar o esporte, levar esta proposta a sério. Não é só o Superséries, tem outros tantos projetos de incentivo às modalidades desportivas. Mas aqui a gente percebe, nos detalhes, outras questões: uma disciplina que dá tranquilidade, um senso de coletividade e um engajamento que chega a impressionar. Não é só o esporte pelo esporte. É muito maior. Por isso dá tão certo”, explicou Magali Mendes, diretora pedagógica do Oficina.

FOCO, FORÇA E FÉ 

As disputas no Superséries funcionam assim: 6º e 7º anos se enfrentam em confrontos diretos, bem como as turmas de 8º e 9º anos. Já o ensino médio (1º, 2º e 3º anos) disputa um triangular simples com confrontos diretos entre todas as séries. A pontuação referente ao ensino fundamental é de 6 pontos para o vice e 10 pontos para o campeão. Já no ensino médio o terceiro colocado recebe 4 pontos, o vice 6 e o campeão 10 pontos. Ao final do Superséries, o campeonato terá uma série campeã geral. E caso esta campeã seja do ensino fundamental, também terá uma outra série campeã do ensino médio, ou vice-versa.

Quer saber as modalidades disputadas no Superséries do Colégio Oficina? É um festival de diversidade lúdico-esportiva em que cabe o gosto de todo mundo! Confira: handebol, futsal, basquete, basquete com trio misto, arremesso de basquete, vôlei, baleado, gol fechado, futevôlei, vôlei de areia, pula corda, ginástica, dança, futebol society, atletismo (com corridas, saltos e arremessos), natação, tênis de mesa, totó, dominó, xadrez, dama, videogame e sinuca.

“Todo mundo participa. E nessa comunhão, as modalidades ajudam a formar o indivíduo; fazem ele compreender o ganhar e o perder; desperta o sentido de respeito aos árbitros, às diferenças, aos outros; criam um envolvimento coletivo que gera engajamento e uma visão de participação que ele leva pro mundo lá fora, diverso e competitivo”, analisa Maíra Mendes, coordenadora do núcleo de psicologia do Oficina.

O FUNDAMENTAL É SER FELIZ!

No regulamento do Superséries, os organizadores sempre frisam que o projeto tem um caráter socioeducativo e algumas atitudes não estão de acordo ao espírito esportivo e as turmas são penalizadas se elas ocorrerem. Exemplo: não é legal desrespeitar a arbitragem, nem fazer provocações diretas ou nas redes sociais aos alunos de séries diferentes. Também não é permitido agredir física ou verbalmente os adversários que, no fim das contas, dentro ou fora dos jogos, são colegas de escola.

“A ideia aqui é de superação de limites dentro da competitividade, mas também a proposta é de participação, de inclusão, de interação e quebrar as limitações ou as barreiras de aproximação entre os alunos”, analisa, com lucidez, o estudante do 2º ano Vicente Sanches, comumente um porta-voz das questões de liderança na escola.

Então o que vale mesmo no lindo projeto do Colégio Oficina é ser feliz. É sorrir, encontrar os amigos, participar efetivamente, dar o melhor de si nas atividades e aproveitar esse momento único misturando as cores e os sentimentos bons. As fotos do professor Orônio só confirmam a máxima.

PARA TODOS OS GOSTOS E HABILIDADES

Para o projeto Superséries acontecer no Colégio Oficina, a comissão organizadora, coordenada pelo Departamento de Educação Física e Esporte, cuida de absolutamente todos os detalhes. Segurança, cronograma dos jogos, horários definidos, arbitragem exemplar, penalizações quando necessárias e de acordo às regras, observação dos espaços antes e depois dos jogos e a participação efetiva dos alunos, o que torna o evento um exemplo de inclusão e amplia a bela plástica do esporte.

“Todos se sentem abraçados no Superséries”, define Silvio Muniz, um dos coordenadores. “Existe disciplina, senso de coletividade, tem o aprendizado do ganhar e do perder, mas a solidariedade e a inclusão são o que deixam o projeto mais bonito”, completa. Esse entrosamento faz com que os alunos se aproximem e formem laços que antes não tinham. “Que projeto de esporte da nossa época dava essa possibilidade em nossas escolas de forma tão ampla? Não me recordo de nenhum. O Superséries é diferenciado. Aqui, muito além do esporte, cria-se uma identidade de grupo, de representatividade. Por isso que ele é, para os alunos, um momento inesquecível”, concluiu, feliz, o coordenador do departamento de esporte Pietro Azevedo.

 

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